A formação do leitor crítico
Toda escola pública ou privada, constitui, por excelência, um centro formador de leitores.
Precisamos promover um trabalho de produção de leitura que contribua para a formação de um sujeito leitor, capaz de identificar num texto as suas leituras plurais ou, como cita Roland Barthes (1992), fazer do leitor não mais um consumidor, mas um produtor de textos, à medida que preenche as lacunas existentes na obra lida, mergulhando na ambigüidade dos textos, em busca dos significados mais profundos.
Há a necessidade de um estudo sobre as práticas de leitura nas aulas de Língua Portuguesa, será que essas atividades propostas na escola realmente contribuem para a formação de um sujeito leitor? Um sujeito capaz de posicionar-se criticamente frente às informações que lhe são impostas?
A leitura constitui uma prática social. O sujeito, ao praticar o ato de ler, está mergulhado num processo de produção de sentidos.
O que se deve ressaltar é a importância de se ter uma prática de leitura que prepare leitores capazes de não só participarem da sociedade na qual convivem, mas principalmente de tentarem transformá-la. Para isso, é necessário o papel do professor como mediador nesse processo, que esse educador atente para o caráter social do ato de ler, uma vez que, no momento da leitura, trocam-se valores, crenças, gostos, que não pertencem somente ao leitor, nem ao autor do texto lido, mas a todo um conjunto sócio-cultural.
Como a escola é a entidade responsável pelo ensino da leitura, cabe a ela refletir e redirecionar sua postura diante dessa prática que pode, dependendo de como for conduzida, transformar o aluno num leitor ou distanciá-lo de qualquer leitura.
Por fim, vale salientar o conhecimento de mundo desse aluno. A ativação desse conhecimento é relevante para que haja compreensão do texto lido.
Essa questão retoma as palavras de um educador que não posso deixar de citar, Paulo Freire, ao destacar que a “leitura do mundo precede a leitura da palavra, daí que a posterior leitura desta não possa prescindir da continuidade da leitura daquele. Linguagem e realidade se prendem dinamicamente”. Dessa maneira, a leitura da palavra não pode deixar de considerar o conhecimento de mundo que cada leitor possui, adquirido em seu contexto, suas vivências, enfim em sua realidade.
Portanto, enfatizo a importância da leitura na formação do sujeito leitor, pois essa leitura estimula o espírito crítico, que é a chave da cidadania.
Toda escola pública ou privada, constitui, por excelência, um centro formador de leitores.
Precisamos promover um trabalho de produção de leitura que contribua para a formação de um sujeito leitor, capaz de identificar num texto as suas leituras plurais ou, como cita Roland Barthes (1992), fazer do leitor não mais um consumidor, mas um produtor de textos, à medida que preenche as lacunas existentes na obra lida, mergulhando na ambigüidade dos textos, em busca dos significados mais profundos.
Há a necessidade de um estudo sobre as práticas de leitura nas aulas de Língua Portuguesa, será que essas atividades propostas na escola realmente contribuem para a formação de um sujeito leitor? Um sujeito capaz de posicionar-se criticamente frente às informações que lhe são impostas?
A leitura constitui uma prática social. O sujeito, ao praticar o ato de ler, está mergulhado num processo de produção de sentidos.
O que se deve ressaltar é a importância de se ter uma prática de leitura que prepare leitores capazes de não só participarem da sociedade na qual convivem, mas principalmente de tentarem transformá-la. Para isso, é necessário o papel do professor como mediador nesse processo, que esse educador atente para o caráter social do ato de ler, uma vez que, no momento da leitura, trocam-se valores, crenças, gostos, que não pertencem somente ao leitor, nem ao autor do texto lido, mas a todo um conjunto sócio-cultural.
Como a escola é a entidade responsável pelo ensino da leitura, cabe a ela refletir e redirecionar sua postura diante dessa prática que pode, dependendo de como for conduzida, transformar o aluno num leitor ou distanciá-lo de qualquer leitura.
Por fim, vale salientar o conhecimento de mundo desse aluno. A ativação desse conhecimento é relevante para que haja compreensão do texto lido.
Essa questão retoma as palavras de um educador que não posso deixar de citar, Paulo Freire, ao destacar que a “leitura do mundo precede a leitura da palavra, daí que a posterior leitura desta não possa prescindir da continuidade da leitura daquele. Linguagem e realidade se prendem dinamicamente”. Dessa maneira, a leitura da palavra não pode deixar de considerar o conhecimento de mundo que cada leitor possui, adquirido em seu contexto, suas vivências, enfim em sua realidade.
Portanto, enfatizo a importância da leitura na formação do sujeito leitor, pois essa leitura estimula o espírito crítico, que é a chave da cidadania.
Nenhum comentário:
Postar um comentário